Música pra mim tem a ver com tudo, forma de pensar ,de se expressar ,de se relacionar...A musica ajuda na recuperação da vida do ser humano, alivia as dores da carne e da alma.
Sabe aquele momento q bate uma tristeza e a gente não sabe porque esta se sentindo assim...Coloque uma musica q vc gosta muito e sentira como isso relaxa o nosso coração...Aquele momento de alegria, euforia...Vc coloca aquela musica que adora e transbordará felicidade...
Musica relaxa, inspira, acalma, emociona, ajuda , colabora e tem muitas outras ações na vida de uma pessoa pra faze - lá crescer, como pessoa cidadã e ser humano.
A música é uma aliada mágica e deslumbrante em toda nossa vida. Não podemos enxergá-la e nem pegá-la com a mão, mas quando a sentimos, o nosso coração estremece e enche-se de alegria, euforia, saudade, amor e paixão, tornando nossos dias mais alegres, felizes e cheios de luz e sentido.
A música é reconhecida por muitos pesquisadores como uma espécie de modalidade que desenvolve a mente humana, promove o equilíbrio, proporcionando um estado agradável de bem-estar, facilitando a concentração e o desenvolvimento do raciocínio, em especial em questões reflexivas voltadas para o pensamento filosófico.
A Musicoterapia é um campo de conhecimento bem como um campo de prática, ainda recente no meio científico. Formalmente definida como a aplicação e utilização terapêutica da música e seus elementos (ritmo, melodia e harmonia), a Musicoterapia pode ser considerada uma arte e uma ciência. Desde a Antigüidade os gregos verificavam os efeitos terapêuticos da música,mas foi a partir da II Guerra Mundial que os estudos sistematizaram-se. Hospitais norte americanos de veteranos de guerra recebiam músicos para tocar e cantar, e os médicos começaram a perceber consideráveis melhoras na saúde integral destes sujeitos a partir destaatividade. Surgia então, a necessidade de formar um profissional que fosse um músico e também um terapeuta (WAZLAWICK, 2004a), o musicoterapeuta.
A vida tem sons e a música é um fenômeno complexo. “Consideramos como música todo o processo relacionado à organização e à estruturação de unidades sonoras”, dizem o neurologista Mauro Muszkat, e as musicoterapeutas Cleo Correia e Sandra Campos no artigo Música e Neurociências.
A música tem Intensidade do som (volume), altura (se é grave ou agudo), timbre (metal, sopro, madeira, etc), tempo (ritmo e andamento da música, que podem ser lentos, moderados ou rápidos) e a harmonia (o modo como os sons progridem entre si, podendo ser alegres, maiores, ou tristes, menores). E essa soma de fatores pode influenciar diretamente o comportamento de uma pessoa e seu modo de lidar com o próximo e com o ambiente.
Uma maneira de relaxar e escapar do estresse, a música é comumente associada a sensações agradáveis. “A música é uma forma de dispersar tensões de nosso pensamento, além de ser um estímulo considerado positivo, prazeroso na vida humana”, explica o psicólogo Oswaldo Rodrigues.
Desde os primeiros anos de vida, a música rodeia o ser humano e este a associa a diversas emoções. Na adolescência, cada estilo musical já está relacionado a algum sentimento ou lembrança, e isso estabelece o gosto de cada pessoa. “As preferências musicais se estabelecem ao redor dos 15 a 20 anos de idade e cada indivíduo tenta manter inalterado este padrão ao longo da vida. Assim, já constituindo um padrão de prazer, o organismo sempre está à procura daquele estímulo conhecido para alcançar o bem estar”, diz Rodrigues.
Existe uma ponte entre músicas e sensações, e essa ligação se dá através da experiência vivida no meio em que cada um foi criado, da cultura adquirida. “Nós aprendemos quais músicas são associadas a quais sensações de acordo com as normas e padrões culturais do meio em que vivemos, bem como pelas nossas experiências individuais”, esclarece o médico Théo Lerner.
Uma música pode ter força suficiente para despir uma pessoa de suas barreiras emocionais, ampliando, assim, a facilidade para se relacionar com outras pessoas. “A música é sem dúvida uma das formas de expressão humana mais completas. Através dela, a pessoa coloca todas as suas emoções, sensações e percepções em funcionamento”, alega a terapeuta Marilandes Braga.
A partir daí, amizades e até mesmo romances passam a ter sua trilha sonora. Por exemplo, a música que tocou em um primeiro encontro fica marcada na lembrança dos casais e eles comumente vão recorrer a ela para se sentir bem. “Aquela, que a gente pede no restaurante”, brinca o psiquiatra Paulo Zampieri. “A nossa música! Vamos dançar?”
O poder da música se deve ao fato dela ser um estímulo sensorial, que afeta, entre outras partes do sistema nervoso, a que é responsável pelo emocional. “O processamento de qualquer estímulo sensorial passa por diversas áreas do cérebro, entre elas o sistema límbico, que é o responsável por nossas emoções”, afirma Lerner.
“Por envolver um armazenamento de signos estruturados, estimula nossa memória não-verbal. Tem acesso direto ao sistema de percepções integradas, ligadas às áreas associativas de confluência cerebral, que unificam as várias sensações, incluindo a gustatória, a olfatória, a visual e a proprioceptiva em um conjunto de percepções que permitem integrar as várias impressões sensoriais em um mesmo instante, como a lembrança de um cheiro ou de imagens após ouvir determinado som ou determinada música”, afirmam os autores de “Música e Neurociências”.
Mais que provocar sensações, a música também induz ao movimento. É possível evitar uma visão apenas fechando os olhos ou virando o rosto, mas é impossível fugir dos sons. “Não se pode fechar os ouvidos e somos muito permeáveis às vibrações energéticas da música, que entram pelo corpo todo, além dos ouvidos. Entram pelo esqueleto, pelo abdome, pelas pernas”, diz Zampieri.
Você tem alguma música preferida, que seja importante na sua vida?







Nenhum comentário:
Postar um comentário